Estudo de praças e leitura dos pontos
As cidades separadas por porte, distância e presença de concorrente, cada corte com o motivo ao lado. Nas praças finalistas fazemos campo e vistoria dos imóveis candidatos, com ficha assinada e fotos.
Consultoria montada em 2014; somos dez pessoas e trabalhamos com indústrias, distribuidoras e marcas de serviço que crescem por parceiros.

Trabalhamos juntos desde 2014 e atendemos um recorte só: empresas que chegam a praças novas por meio de parceiros, representantes ou franqueados, em vez de unidades próprias. Não somos escritório de franquias nem vendemos sistema de gestão de rede.
Somos dez pessoas — quatro consultores de campo, dois analistas que montam os manuais, uma advogada de contratos, uma pessoa de licenças e duas no apoio de cronograma. Cada cliente tem um consultor responsável, e a pasta que vai para o parceiro é revisada por quem não a escreveu.
Nossos clientes são indústrias de médio porte, distribuidoras, marcas de serviço e redes de alimentação com três a quarenta unidades. O trabalho começa pelo estudo das praças, passa pela redação dos requisitos e termina com encontros marcados em calendário durante os primeiros meses.
O que não fazemos: não recrutamos parceiro no lugar do cliente nem cobramos por candidato indicado, não representamos nenhuma das partes em negociação, não registramos marca e não operamos unidade. Quando o pedido é apenas um contrato pronto para assinar, indicamos que isso é trabalho de advogado.
O que não está na folha vai ser lembrado de dois jeitos diferentes, e sempre é.
Cada tarefa tem dono declarado; tarefa sem dono aparece de novo no pior dia.
A regra de distribuição de praça é escrita antes de alguém pedir uma cidade.
Conversa marcada em calendário evita que o único contato seja o do problema.
Quase toda briga entre casa e parceiro nasce de combinação que ninguém anotou. Os cinco serviços abaixo cabem em poucas páginas cada e podem ser contratados juntos ou separados, com o escopo definido na proposta.
As cidades separadas por porte, distância e presença de concorrente, cada corte com o motivo ao lado. Nas praças finalistas fazemos campo e vistoria dos imóveis candidatos, com ficha assinada e fotos.
Que experiência, que estrutura e que equipe o parceiro precisa ter, com o obrigatório separado do desejável — é a folha que sustenta o «não» diante de um candidato animado. Junto vai a minuta de contrato e a divisão de tarefas em duas colunas.
O material que o parceiro recebe no primeiro dia: manual de operação, padrão visual, lista de fornecedores homologados e o roteiro das duas primeiras semanas de porta aberta.
Da assinatura à inauguração: obra, licenças, estoque inicial, contratação e treinamento distribuídos por semana, com responsável de cada lado em cada linha.
Calendário de encontros com pauta escrita e ata curta, revisão do combinado conforme a prática mostra e o critério de distribuição de praça aplicado quando dois parceiros pedem a mesma cidade.

Trabalhos concluídos nos últimos anos. Os nomes das empresas não aparecem por combinação entre as partes.
Parecer escrito sobre cada candidato, com visita à estrutura e a recomendação final justificada.
Manual de atendimento, roteiro de reclamação e a ficha de visita usada nas auditorias.
Critério de distribuição escrito e o procedimento para o caso de dois pedidos na mesma cidade.
Manual, tabela de prazos, lista de fornecedores homologados e roteiro das duas primeiras semanas.
Devolvemos, em uma folha, quais combinações já deveriam estar no papel e em que ordem valeria a pena escrevê-las.
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